Não entendo como me agarro a certas situações… Eu preciso abrir a minha mente para tentar sair do cercadinho em que vivo.
Uma vida deve ser maior do que ela aprenta ser.
Estas são partes minhas que deixo aqui para vocês me entenderem... São verdades, meias verdades e algumas mentiras...
Não entendo como me agarro a certas situações… Eu preciso abrir a minha mente para tentar sair do cercadinho em que vivo.
Uma vida deve ser maior do que ela aprenta ser.
Estava pensando em quanto ainda minha vida é incompleta e até certo ponto pequena e limitada.
Quantas coisas ainda não senti sobre o amor e a felicidade, sobre sentir-se em paz e ter tranquilidade. Estou começando a entender que o sabor que trago da vida foi sempre limitado. É como se eu tivesse sempre comido as beiradinhas de um gigantesco bolo (metáfora simplória, mas é o que melhor tenho para expressar meu pensamento agora…).
Hoje acordei pensando em muitas coisas, o que é muito ruim, quando se esta de férias, pois pensar vira sem querer, um ato autêntico de avaliação da vida.
- É só… Que sempre que fiquei nua com alguém foi por sexo.
- Agora é diferente é como fazer amor.
Essa não é a minha realidade incondicional, mas talvez seja minha realidade atual…
Lue, só uma alma com princípios age e diz o que você disse e fez hoje. Eu fiquei feliz de ser sua prima.
Constituição da República Federativa do Brasil:
Art. 5
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito a vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
X- São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.
" o dia mente a cor da noite
e o diamante, a cor dos olhos
os olhos mentem dia e noite a dor da gente'
enquanto houver você do outro lado
aqui do outro eu consigo me orientar
a cena repete, a cena se inverte
enchendo a minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar
tua palavra, tua história
tua verdade fazendo escola
e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
metade de mim
agora é assim
de um lado a poesia, o verbo, a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
e o fim é belo, incerto... depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
só enquanto eu respirar
vou me lembrar de você
só enquanto eu respirar..."
o anjo mais velho - o teatro mágico
Vinte Poemas de Amor – XX
tradução de Fernando Assis Pacheco
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.
Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.
Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.
Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.
De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.
Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.
Pablo Neruda
Eu não quero nada.
Não quero dinheiro, não quero poder, não quero fama.
Não quero plástica, não quero lipo, não “lifiting”.
Não quero sexo, não quero tesão, não quero paixão.
Não quero gemido, não quero sussuro, não quero perdição.
Não quero água fresca, não quero amor, não quero perdão.
Não quero ciúme, não quero romance, não quero conforto.
Não quero o hoje, não quero o passado, não quero o amanhã.
Não quero uma chance, não quero outra chance, nem quero a última chance.
Não quero nada.
Se eu não puder querer você!
Para: RAO
Hoje, ficamos sabendo que uma mulher de 46 anos, que mora em minha rua morreu. Ela morava sozinha e só se soube da morte dela após o corpo passar a cheirar mal. Ela foi encontrada com o notebbok no colo e a mão no peito.
A primeira coisa que pensei é que poderia ser eu.
Depois ele tive pena dela… morrer assim, sozinha…
Ontem chorei muito no chuveiro…
Ainda tenho vontade de chorar…
Muita coisa remexendo dentro de mim…
Tanta coisa que nunca tive… que nem sei se terei…
Hoje recebi a ligação da Vara da Infância… Minhas entrevistas são em 19/08, 26/08 e 02/09…
Tanto tempo de silêncio e agora vapt!
A vida tem cada uma…
Sei que as primeiras impressões e pensamentos que se tem ao acordar, são o mais puro reflexo das recordações do que vivemos durante o afastamento temporário do corpo. Já não é a primeira vez que acordo e meu primeiro pensamento é de que o Robson tem um novo amor…
É e minha vida com eles (Robson, Gabriel, Fabio, Luiz, Geraldo, Robson, Inaldo…) continua igual: miserável!!
Mais uma vez, eu tomei decisões que culminaram para um exato encontro com o Gabriel. Podia ter ido buscar a Dona Fernanda com a Ana e não fui, podia ter esperado para comer cachorro quente e não esperei, podia ter ido a festa junina do fasshion mall e não fui, podia ter subido mais rápido o São Roque e não subi. Meia dúzia de decisões que não tomei me fizeram chegar a aquele momento de vê-lo passar inteirinho a 5m de mim. Merda!
Veja só como a Vida é… um dia meu coração mudou e eu pensei… vamos lá, já é hora de você sair de mim…