Hoje foi um bom dia de aniversário!
26 novembro 2010
CUORE
Hoje sonhei com você… Acho que foi minha vontade imensa de te ver hoje, no dia do meu lindo aniversário…
GUERRA URBANA
O clima de guerra urbana está estabelecido no RJ. São as forças armadas e as polícias civil e militar numa luta contra o crime organizado!!
25 novembro 2010
QUEM É BOM PARA VOCÊ?
Quem é bom para você? Que atributos uma pessoa deve ter para fazer seus pés sairem do chão? De que forma uma pessoa pode ser para fazer você trocar o que você tem, por alguma coisa inesperada?
13 novembro 2010
10 novembro 2010
FABIO LIMA
Fabio Lima tem aparecido por aqui nas concidências do dia a dia…
Então me lembro da frase que nos torna clássicos: Sempre haverá Paris para nós.
ESSE MEU POEMA…
Amo você e Amo você ( Para RAO-FCL)
Eu amo você
Com seu jeito constrito
Sua força e sua fraqueza
Com seu choro alto
Com sua tão grande relevância
E Amo você
Com sua clareza
Com sua obstinação e tanta certeza
Com sua clara capacidade de escolher
Com o teu bem e o teu mal
Amo você
Com seu corpo e sua alma
Com suas ambições
Com suas falhas e seus pequenos medos
Com sua vida certinha
E amo você
Com suas conquistas monetárias
Com seus muitos países
Com seu desejo de requinte
Com sua falta de modéstia
Amo você
Com seu imenso sonho de grandeza
Com seu inglês básico
Com seu carro do ano
Com seu chopinho no fim do dia
E amo você
Com seu medo da morte
Com seu emprego de sucesso
Com sua carreira internacional
E com sua saudade de casa
Amo você
Com seus pudores verdadeiros
Com suas estranhas garantias
Com sua necessidade de estabilidade
E amo você
Com sua certeza de ser obedecido
Com suas 12 horas diárias de trabalho
Com sua mania de vencer
Amo você
Com seus óculos de aro fino
Com sua mania de elegância
Com sua necessidade de requinte
E amo você
Com seus olhares indiscretos
Com sua certeza de conquistar
Com seu final sempre feliz
Amo você
Como quem repete uma promessa antiga
E amo você
Como quem brinca de as sete pedrinhas com o futuro...
2006
NEM SÓ DE DESAMOR VIVE O NOSSO GRANDE AMOR
Hoje, o Robson esteve aqui. Sorrimos, comemos pizza, fomos felizes como sempre somos e, nos estressamos!
Mas conseguimos atravessar o “momento ruim com a dignidade de dois adultos que se amam, se querem bem, se respeitam e se interessam pelo bem estar próprio e comum .
Nos sentamos e aproveitamos os 5 minutos finais desse amoroso encontro para acertar com carinho as palavras rudes (embora sem intenção de magoar) que ele me disse.
Pedi a ele, com doçura, que pensasse assim: Como ela ouve o que eu digo? Para assim tentar compreender que suas palavras lógicas podem soar cruéis ao meus ouvidos.
Até porque, nós dois sabemos, que apesar dessa “profunda compreensão” demonstrada por ele, quando fala da minha solteirice, ele tem ciúmes sim…
09 novembro 2010
GABI
A cada novo encontro fico mais imunizada a felicidade de estar com ele. E a crise de abstinência que vem depois está se tornando mais suportável… Isso, porque rezei para Deus tirar ele de dentro do meu peito. Ainda bem que Deus é um cara que não escuta ninguém…
02 novembro 2010
URGÊNCIA
Eu sempre fui uma pessoa com urgência de viver. Vamos lá agora! Não amanhã, não!! Vou decidir isso já!
Isso é bom sob muitos aspéctos, pois certas pessoas, passam a vida com medo de ir em frente ou pensando se devem ou não fazer certa coisa, se é melhor agora ou depois, se não é mais interessante pensar mais um pouco antes de decidir.
Não sei ao certo o que é melhor. Mas apesar de ser ainda muito impulsiva e não me arrepender de nada do passado relacionado a isso, ainda prefiro a premência da decisão, ainda mais hoje, que consigo parar e pensar antes de decidir… São 5 preciosos minutos!!!!
É a inevitável madureza… Rsss
01 novembro 2010
SEMPRE CORA
MEU PAI
In Memoriam
Meu pai se foi com sua toga de Juiz.
Nem sei quem lha vestiu.
Eu era tão pequena,
mal nascida.
Ninguém me predizia - vida.
Nada lhe dei nas mãos.
Nem um beijo,
uma oração, um triste ai.
Eu era tão pequena! ...
E fiquei sempre pequenina na grande
falta que me fez meu pai.
Em Cora Coralina, Meu livro de Cordel. São Paulo, Global, 1996. p. 103.
25 outubro 2010
DIFÍCIL…
Disse ao Robson que não poderei vê-lo essa semana para puní-lo pela falta de atenção que ele tem tido comigo. Isso me dói e não vejo sentido, mas não quero mais viver essa pacividade e compreensão só para tê-lo quando ele quer. Ele me ligou 5 minutos depois de receber o torpedo… É mole!!
29 setembro 2010
CALÍGULA
Lionel Fischer
"Calígula" - A tragédia do impossível
Um dos maiores escritores do século XX, o franco-argelino Albert Camus (1913-1960) também se dedicou ao teatro: "O mal-entendido", Os justos", "Estado de sítio" e "Calígula". E se as três primeiras peças jamais despertaram maiores polêmicas, a última já mereceu inúmeros "tratados", grande parte deles dedicados a demonstrar que se trata de um texto por demais cerebral, que prioriza em excesso o embate de idéias, as questões filosóficas etc. Ou seja: em última instância, uma obra mais adequada à leitura do que ao palco.
Em minha opinião, as objeções levantadas ao texto não deixam de ter sua parcela de razão. Ainda assim, acredito que "Calígula" possa perfeitamente acontecer enquanto fenômeno teatral. Mas para isso, dentre outras coisas, é preciso que o encenador consiga "humanizar" ao máximo os personagens, fazê-los agirem como se realmente as múltiplas questões abordadas não se restrinjam ao universo intelectual, mas também sejam decorrentes dos sentimentos e paixões dos personagens. Aqui, no entanto, o que prevalece quase sempre é o embate de idéias, o que certamente não permite ao espectador uma aproximação mais "humana" com o texto.
Em cartaz no Teatro Sesc Ginástico, "Calígula" chega à cena com direção de Gabriel Villela, tradução de Dib Carneiro Neto e elenco formado por Thiago Lacerda (Calígula), Mafali Biff (Cesônia), Claudio Fontana (Cherea), César Augusto (Mucius, patrício romano), Rogério Romera (Hélicon), Pedro Henrique Moutinho (Cipião) e Helio Souto Jr. (patrício romano, intendente do tesouro, poeta Lepidus e Mereia).
Para os que desconhecem o enredo da presente obra, aí segue um breve resumo. O imperador romano, filho de Nero, entra em cena após a morte de Drusila, sua irmã e amante, e logo deixa claro seu desejo pelo impossível - a lua, a felicidade ou a vida eterna. Ao constatar esta tripla impossibilidade, conclui ser absurda a existência humana e então passa a negar todos os laços que o prendem a ela, promovendo uma inimaginável série de crueldades, segundo ele fruto do único raciocínio lógico aplicável a um mundo que carece de sentido.
Pelo que já se disse até o momento, fica claro que o texto se presta a múltiplas interpretações, mas abordá-as aqui equivaleria a escrever um ensaio sobre a peça, e não uma crítica do espetáculo - deixo, portanto, ao espectador a tarefa de se posicionar diante de uma obra sem dúvida belíssima, mas ao mesmo tempo controversa.
Enveredando para a montagem, já mencionei o fato de que, dentre muitas outras dificuldades, uma das maiores que o encenador tem que enfrentar diz respeito à humanização dos personagens. E Gabriel Vilella investe bem mais no embate de idéias, com os atores quase sempre dizendo seus textos num tom muito alto e sem maiores nuances, até mesmo rítmicas, como se estivessem numa tribuna. Isto não significa que não estejamos diante de ótimos intérpretes, mas acredito que suas performances seriam bem mais atraentes se fosse outro o tom geral do espetáculo - este, por sinal, tem como melhores passagens aquelas em que a linguagem circense domina a cena.
Ainda assim, cumpre destacar a atuação de Thiago Lacerda na pele do protagonista. E não apenas porque lhe cabe, evidentemente, o papel mais rico em possibilidades. Tal destaque se deve ao fato de que o ator consegue conferir grande humanidade ao imperador, sem com isso abdicar de sua devastadora "lógica" interna.
Na equipe técnica, Dib Carneiro Neto responde por ótima tradução, a mesma eficiência presente na cenografia de J.C. Serroni, nos figurinos de Maria do Carmo Soares e Gabriel Villela, nos adereços de Marcio Vinicius, na preparação corporal de Rosely Fiorelli e na trilha sonora de Cacá Toledo e Daniel Maia, sendo surpreendentemente estática a iluminação do premiadíssimo Domingos Quintiliano, por razões que não cheguei a compreender. Cumpre ainda mencionar o excelente release enviado pela assessoria de imprensa, contendo, inclusive, um texto do próprio Camus falando de sua peça.
CALÍGULA - Texto de Albert Camus. Direção de Gabriel Villela. Com Thiago Lacerda, Magali Biff e outros. Teatro Sesc Ginástico. Quarta a domingo, 19h.
Postado por Lionel Fischer às 07:39
20 setembro 2010
02 setembro 2010
NÃO SEI… VONTADE DE CHORAR E AINDA SÃO 15:29H…
A Única Exceção
Quando eu era mais nova eu vi
O meu pai chorando e praguejando ao vento
Ele partiu seu próprio coração e
Eu assisti enquanto ele tentava remontá-lo
E minha mãe jurou que jamais
Se deixaria esquecer
E esse foi o dia que eu prometi
Nunca cantar sobre o amor se ele não existisse
Mas querido...
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Talvez em algum lugar profundo da minha alma eu sei
Que o amor nunca dura
E nós temos que arranjar outros meios de seguir
Em frente sozinhos e manter a cabeça erguida
E eu sempre vivi assim
Mantendo uma distância confortável
E até agora eu jurei pra mim mesma
Que eu era feliz com a solidão
Porque nada disso nunca valeu o risco
Mas você é a única exceção
Mas você é a única exceção
Mas você é a única exceção
Mas você é a única exceção
Eu tenho um forte controle sobre a realidade,
Mas não posso deixar o que está aqui diante de mim
Eu sei que você vai embora pela manhã, quando acordar
Me deixe com alguma prova de que isso não foi um sonho
Whooa...
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
E eu estou quase acreditando
E eu estou quase acreditando...