24 julho 2007

COISAS RUINS TAMBÉM SÃO BOAS...

Ele começou a falar dos seus defeitos, como a mostrar que não era bom negócio, imaginar o meu destino ao seu lado. Foi um recado gentil e bem dado, de que ele não tinha intenção de me amar para sempre...

Ele sempre dizia que não tinha tempo. Só eu não queira ver que na verdade ele não tinha tempo para mim, para me amar também...

Ele queria sempre estar ao meu lado, mas nunca vencia a barreira imaginária das convenções. Só eu não entendi que ele também não me amava, como eu queria tanto...

Ele me dizia me procura, mas eu não percebia claramente que apesar de procurá-lo, eu nunca o encontrava. Ele nunca se deixava achar e eu não via que ele não queria achar o meu amor também...

Ele me beijou, mas negou todos os beijos que eu queria dar-lhe. Ele virou o rosto e eu não percebi que ele nunca havia me amado...

Eles sempre estiveram presente em mim, mas ausentes da minha vida comum, dos dias, da rotina boa e má que é amar alguém.

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