Não posso pensar que eu choro… Saem-me lágrimas tão tristes dos olhos que não sei nem ampará-las em minhas mãos… Elas são tão frágeis, que lhes reverencio o sofrimento tão respeitável e sólido. Elas são o expurgo de sonhos quebrados que ficaram mal ajeitados e não podem mais estar nas prateleiras felizes do meu coração… Não que as queira expulsar do meu peito, mas elas me ferem tanto que a única alternativa que tenho é arrastá-las do peito para os meus olhos, para que elas caiam dignas…
Minha dor se chama Robson…
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