22 abril 2008
ALBERTO CAEIRO
VII - Da Minha Aldeia
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
MEU AMOR.
Raul de Carvalho
Coração sem imagens
Deito fora as imagens,
Sem ti para que me servem as imagens?
Preciso habituar-me a substituir-te pelo vento,
que está em toda a parte
e cuja direção é igualmente passageira e verídica.
Preciso habituar-me ao eco dos teus passos
numa casa deserta,
ao trémulo vigor
de todos os teus gestos invisíveis,
à canção que tu cantas
e que mais ninguém ouve a não ser eu.
Serei feliz sem as imagens.
As imagens não dão felicidade a ninguém.
Era mais difícil perder-te,
e, no entanto, perdi-te.
Era mais difícil inventar-te,
e eu te inventei.
Posso passar sem as imagens
assim como posso passar sem ti.
E hei-de ser feliz
ainda que isso não seja ser feliz.
Coração sem imagens
Deito fora as imagens,
Sem ti para que me servem as imagens?
Preciso habituar-me a substituir-te pelo vento,
que está em toda a parte
e cuja direção é igualmente passageira e verídica.
Preciso habituar-me ao eco dos teus passos
numa casa deserta,
ao trémulo vigor
de todos os teus gestos invisíveis,
à canção que tu cantas
e que mais ninguém ouve a não ser eu.
Serei feliz sem as imagens.
As imagens não dão felicidade a ninguém.
Era mais difícil perder-te,
e, no entanto, perdi-te.
Era mais difícil inventar-te,
e eu te inventei.
Posso passar sem as imagens
assim como posso passar sem ti.
E hei-de ser feliz
ainda que isso não seja ser feliz.
20 abril 2008
A VIDA É TÃO PASSAGEIRA, GABRIEL...
Vem cá que tá me dando uma vontade de chorar
Não faz assim, Não vai pra lá
Meu coração vai se entregar...
17-04-2008
03-01-2008
04-11-2007
30-11-2007
09-09-2007
14-07-2007
24-06-2007
Não faz assim, Não vai pra lá
Meu coração vai se entregar...
17-04-2008
03-01-2008
04-11-2007
30-11-2007
09-09-2007
14-07-2007
24-06-2007
FRAGMENTOS ANTIGOS - NOVEMBRO 2007
03-11-2007
Não há prazer maior entre um homem e uma mulher do que fazer sexo com amor...
12-11-2007
Sonho muito. Sonho dormindo e acordada. Sonho que todas as pessoas são felizes. Sonho que não há guerras. Sonho que todas as crianças estão amparadas. Sonho que na velhice não há desamparo. Sonho que as pessoas são amadas.
Sonho com um tempo de paz que sei, ainda há de vir!
Não há prazer maior entre um homem e uma mulher do que fazer sexo com amor...
12-11-2007
Sonho muito. Sonho dormindo e acordada. Sonho que todas as pessoas são felizes. Sonho que não há guerras. Sonho que todas as crianças estão amparadas. Sonho que na velhice não há desamparo. Sonho que as pessoas são amadas.
Sonho com um tempo de paz que sei, ainda há de vir!
FRAGMENTOS ANTIGOS - OUTUBRO 2007
20-10-2007
Melhor do que chorar nesses tempos difíceis e ler um bom livro! E tive sorte! "A menina que roubava livros" é lindo, doce e refrescante...
20-10-2007
Fiz um poema novo. Voltei a escrever. Fiz para o Menino. Estou sofrendo por causa dele... Queria que ele me amasse, me respirasse e ficasse colado em mim... rsrsrsrsrs
25-10-2007
Nesses dias faço versos que são tristes e versos que não são trites...
25-10-2007
Robson, hoje nosso amor deixou de nos pertencer... Ele deixou de estar em nossas mãos e está agora nas mãos da Vida... Somente ela, saberá o destino dele... Nós caminharemos.
Melhor do que chorar nesses tempos difíceis e ler um bom livro! E tive sorte! "A menina que roubava livros" é lindo, doce e refrescante...
20-10-2007
Fiz um poema novo. Voltei a escrever. Fiz para o Menino. Estou sofrendo por causa dele... Queria que ele me amasse, me respirasse e ficasse colado em mim... rsrsrsrsrs
25-10-2007
Nesses dias faço versos que são tristes e versos que não são trites...
25-10-2007
Robson, hoje nosso amor deixou de nos pertencer... Ele deixou de estar em nossas mãos e está agora nas mãos da Vida... Somente ela, saberá o destino dele... Nós caminharemos.
TALVEZ...
Talvez, talvez mesmo, eu esteja apaixonada pelo cara que não deveria estar...
Esse mesmo: "o cara que não deveria estar"!
Por exemplo: estou pensando nele agora, e hoje cedo, e ontem, e ante ontem...
Esse mesmo: "o cara que não deveria estar"!
Por exemplo: estou pensando nele agora, e hoje cedo, e ontem, e ante ontem...
NO MESMO BARCO!
Trecho de uma mensagem do Blog do Homem Casado:
"... essa porra de "livre arbítrio" é uma foda.."
É isso ai!!
f... mesmo!
"... essa porra de "livre arbítrio" é uma foda.."
É isso ai!!
f... mesmo!
HOMEM CASADO
Ainda sou fã dos pensamentos do Homem Casado. O que passa na cabeça dele muitas vezes passa na minha. Saber que um desconhecido sente e pensa coisas semelhantes a você é um conforto... Como se tivéssemos no mesmo barco (mas realmente estamos!), na mesma tempestado ou no mesmo dia de sol quente...
QUANTO TEMPO...
Quanto tempo desde a última postagem... Tanta coisinha e coisona aconteceu... Troquei o virtual, por um caderno que fica ao lado da minha cama e onde escreve os pensamentos antes de dormir.
É uma boa maneira, mas se eu morrer ou ficar doente, quem entrar em casa vai poder olhar ele inteirinho... Taí, uma coisa que não sei se gostaria... Lá no caderno qualquer pessoa que me conheça vai saber que fui realmente eu quem escreveu... Aqui a coisa é um pouco diferente. Dos meus conhecidos, só vai ver quem eu quiser que veja. Dos desconhecidos... Sejam bem vindos!
É uma boa maneira, mas se eu morrer ou ficar doente, quem entrar em casa vai poder olhar ele inteirinho... Taí, uma coisa que não sei se gostaria... Lá no caderno qualquer pessoa que me conheça vai saber que fui realmente eu quem escreveu... Aqui a coisa é um pouco diferente. Dos meus conhecidos, só vai ver quem eu quiser que veja. Dos desconhecidos... Sejam bem vindos!
19 novembro 2007
CARMINA BURANA
Carmina Burana
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A roda da fortuna, no codex dos Carmina Burana.
Carmina Burana é uma cantata composta por Carl Orff. Estreou em 1937 formando mais tarde uma trilogia com outras duas cantatas também de Orff: Catuli Carmina (1943) e Trionfi dell'Afrodite (1952).
“Carmina Burana” é uma expressão em latim e significa “Canções de (Benedikt)beuern”. Durante a secularização de 1803, um volume de cerca de 200 poemas e canções medievais foi encontrado na abadia de Benediktbeuern, na Baviera superior. Eram poemas dos monges e eruditos errantes — os goliardos —, em latim medieval; versos no médio alto alemão vernacular, e vestígios de frâncico. O doutor bavariano em dialetos, Johann Andreas Schmeller, publicou a coleção em 1847 sob o título de “Carmina Burana”. Carl Orff, descendente de uma antiga família de eruditos e soldados de Munique, cedo ainda deparou-se com esse códex de poesia medieval. Ele arranjou alguns dos poemas em um happening — em “canções seculares (não-religiosas) para solistas e coros, acompanhados de instrumentos e imagens mágicas”.
Esta cantata é emoldurada por um símbolo da Antigüidade — o conceito da roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança. E assim o apelo em coral à Deusa da Fortuna (“O Fortuna, velut luna”) tanto introduz quanto conclui a obra, que se divide em três seções: O encontro do Homem com a Natureza, particularmente com o Natureza despertando na primavera (“Veris leta facies”), seu encontro com os dons da Natureza, culminando com o dom do vinho (“In taberna”); e seu encontro com o Amor (“Amor volat undique”).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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A roda da fortuna, no codex dos Carmina Burana.
Carmina Burana é uma cantata composta por Carl Orff. Estreou em 1937 formando mais tarde uma trilogia com outras duas cantatas também de Orff: Catuli Carmina (1943) e Trionfi dell'Afrodite (1952).
“Carmina Burana” é uma expressão em latim e significa “Canções de (Benedikt)beuern”. Durante a secularização de 1803, um volume de cerca de 200 poemas e canções medievais foi encontrado na abadia de Benediktbeuern, na Baviera superior. Eram poemas dos monges e eruditos errantes — os goliardos —, em latim medieval; versos no médio alto alemão vernacular, e vestígios de frâncico. O doutor bavariano em dialetos, Johann Andreas Schmeller, publicou a coleção em 1847 sob o título de “Carmina Burana”. Carl Orff, descendente de uma antiga família de eruditos e soldados de Munique, cedo ainda deparou-se com esse códex de poesia medieval. Ele arranjou alguns dos poemas em um happening — em “canções seculares (não-religiosas) para solistas e coros, acompanhados de instrumentos e imagens mágicas”.
Esta cantata é emoldurada por um símbolo da Antigüidade — o conceito da roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança. E assim o apelo em coral à Deusa da Fortuna (“O Fortuna, velut luna”) tanto introduz quanto conclui a obra, que se divide em três seções: O encontro do Homem com a Natureza, particularmente com o Natureza despertando na primavera (“Veris leta facies”), seu encontro com os dons da Natureza, culminando com o dom do vinho (“In taberna”); e seu encontro com o Amor (“Amor volat undique”).
15 novembro 2007
13 novembro 2007
SERIA TÃO FÁCIL
Porque as coisas não são mais simples?
Bastaria ele chegar amanhã, pedir para falar comigo e dizer olhando nos meus olhos: Não esqueci você nem um dia, depois que te conheci melhor... Sei que temos algumas diferenças, mas você gostaria de ser minha namorada?
Bastaria ele chegar amanhã, pedir para falar comigo e dizer olhando nos meus olhos: Não esqueci você nem um dia, depois que te conheci melhor... Sei que temos algumas diferenças, mas você gostaria de ser minha namorada?
12 novembro 2007
SONHOS
Não tenho escrito muito, mas os pensamentos ainda estão intensamente na minha cabeça.
Eu sonho muito. Sonho acordada o tempo todo. Sonho que as pessoas são felizes. Sonho que não há guerras. Sonho com um tempo de paz que ainda vai chegar. Sonho que as pessoas são amadas...
Eu sonho muito. Sonho acordada o tempo todo. Sonho que as pessoas são felizes. Sonho que não há guerras. Sonho com um tempo de paz que ainda vai chegar. Sonho que as pessoas são amadas...
BOLHAS DE SABÃO
Fazer bolhas de sabão que as serem jogas pela janela e ficam flutuando por sobre árvores, curam pessoas como eu...
04 novembro 2007
GABRIEL
As vezes fico encantada de como o acho tão bonito e tão forte. As vezes queria que ele se apaixonasse por mim.
03 novembro 2007
LILIAM - PROJETO MARTINI
Liliam vaia trabalhar no Projeto Martini. Ajudei nisso, porque sei que ela precisa e por nossa amizade, embora não exista mais valor em nossa amizade.
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